3º Simpósio Internacional de Políticas e Práticas em Saúde Coletiva na Perspectiva da Enfermagem

3º Simpósio Internacional de Políticas e Práticas em Saúde Coletiva na Perspectiva da Enfermagem (SINPESC)
Período: 06 de março, das 08 às 13 horas, e 07 de março de 2017, das 08 às 17 horas.

Com participação de Cassia Baldini Soares na mesa redonda: Contribuições da Enfermagem ao Campo da Saúde Coletiva e Perspectivas

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Seminário internacional O cuidado de Enfermagem à família na Atenção Primária à saúde

Sistematização e implementação de práticas, em resposta a necessidades em saúde.
Período de realização: 19 a 23 de fevereiro de 2018 na Escola de Enfermagem da USP/São Paulo

http://www.ee.usp.br/site/index.php/eventos/mostrar/3099/103

Cassia Baldini Soares será coordenadora do Workshop “Pesquisa Ação emancipatória como metodologia de implementação em respostas a necessidades em saúde”, realizado no dia 20/02/2018 e palestrante sobre o tema “Para fazer a síntese: das necessidades em saúde às práticas na APS voltadas à família”, no dia 23/02/18. (mais…)


Vídeo que serve de base para uma experiência de jogo educativo, coerente com a perspectiva da saúde coletiva (Soares, 2007), que pretende provocar a crítica social sobre a questão das drogas.


JOGO “CIDADE DORME”: REPRESENTAÇÕES COTIDIANAS SOBRE DROGA

Jogo “Cidade Dorme” – representações cotidianas sobre drogas

Vídeo que serve de base para uma experiência de jogo educativo, coerente com a perspectiva da saúde coletiva (Soares, 2007), que pretende provocar a crítica social sobre a questão das drogas. JOGO “CIDADE DORME”: REPRESENTAÇÕES COTIDIANAS SOBRE DROGA


Este audiovisual é produto da dissertação do Programa de Mestrado Profissional em Enfermagem na Atenção Básica em Saúde no SUS, de autoria de Miriam de Toledo Leitão Figueiró, sob orientação da Profa. Dra. Celia Maria Sivalli Campos. O audiovisual pedagógico tem como tema a Visita Domiciliar (VD) emancipatória. A VD, instrumento do trabalho em saúde, tem potencialidade para captação de necessidades em saúde dos grupos sociais, portanto, no âmbito do coletivo. O grupo social escolhido foi o das famílias com instabilidade nas condições de trabalho e de vida. O processo de produção do audiovisual foi coletivo e pautou-se na abordagem emancipatória, que pressupõe a participação dos sujeitos envolvidos no processo educativo, na busca de respostas aos problemas por eles identificados. Este processo ancorou-se nos conceitos de educação emancipatória, determinação social do processo saúde-doença, necessidades sociais em saúde e processo de trabalho em saúde.


ESTUDO DIRIGIDO QUE ACOMPANHA O AUDIOVISUAL SOBRE A VISITA DOMICILIAR NA ATENÇÃO BÁSICA, COMO PRÁTICA EMANCIPATÓRIA: QUE ÓCULOS VOCÊ USA?

 

Visita domiciliar na Atenção Básica como prática emancipatória: que óculos você usa?

Este audiovisual é produto da dissertação do Programa de Mestrado Profissional em Enfermagem na Atenção Básica em Saúde no SUS, de autoria de Miriam de Toledo Leitão Figueiró, sob orientação da Profa. Dra. Celia Maria Sivalli Campos. O audiovisual pedagógico tem como tema a Visita Domiciliar (VD) emancipatória. A VD, instrumento do trabalho em saúde, […]

Políticas públicas estatais de saúde na área de drogas: o caso do Programa De Braços Abertos (PDBA)

Originalmente publicado em Sociologia em rede.2015, vol.05, n.05, pp. 119-142. http://redelp.net/revistas/index.php/rsr/article/view/8cavalcanti5

Beatriz Cavalcanti¹, Luciana Cordeiro², Cássia Soares³

Resumo

O presente artigo objetiva descrever e analisar as práticas de redução de danos do Programa de Braços Abertos da prefeitura de São Paulo, sob a perspectiva da saúde coletiva, frente ao atual cenário político e econômico das políticas públicas estatais. Para coleta de dados realizada durante a experiência de estágio profissionalizante no programa, utilizou-se a técnica de observação participante.

Palavras-chave: Políticas públicas; Redução de danos; Estado
1- Especialista em Saúde Coletiva e Atenção Primária/USP;
2- Terapeuta Ocupacional e Doutoranda em Cuidado em Saúde da Escola de Enfermagem da USP
3- Professora Livre-docente no Departamento de Saúde Coletiva da Escola de Enfermagem da USP

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Processo de trabalho na Atenção Primária em Saúde: pesquisa-ação com Agentes Comunitários de Saúde

Originalmente publicado em Ciênc. saúde coletiva [online]. 2015, vol.20, n.11, pp. 3581-3588. ISSN 1678-4561.http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttextpid=S1413-81232015001103581&lng=pt&nrm=iso&tlng=pt

Luciana Cordeiro¹, Cassia Baldini Soares²

O objetivo deste artigo é descrever e analisar o trabalho de agentes comunitários de saúde (ACS), voltado para o desenvolvimento de práticas de atenção primária em saúde, relativas ao consumo prejudicial de drogas. O estudo partiu do referencial marxista e da metodologia da pesquisa-ação, o que conduziu à realização de 15 oficinas emancipatórias. O material foi analisado a partir da categoria processo de trabalho. Este revelou o abandono social do território, meio em que o trabalho dos ACS se processa, o que foi fundamental para o reconhecimento das causas dos problemas relacionados às drogas. Tais revelações permitiram formular críticas às ações reiterativas e desgastantes que se desenvolvem, o que contribuiu para o processo de desalienação e formulação de formas de atuação políticas. Os ACS se encorajaram a reconhecer o objeto do processo de trabalho na atenção primária em saúde, que foi identificado como sendo a doença (ou dependência, no caso do consumidor de drogas) e explicitaram críticas a esse recorte; discutiram a divisão social do trabalho e o trabalho em si e se reconheceram como meros instrumentos do processo de trabalho, passando a desejar ser sujeitos, isto é, a ser coprodutores das transformações das necessidades sociais.

Palavras-chave : Atenção primária à saúde; Agentes comunitários de saúde; Programa de saúde da família; Trabalho; Pesquisa-ação.

1. Programa de Pós-Graduação de Enfermagem,Escola de Enfermagem, USP.
2.Departamento de Enfermagem em Saúde Coletiva, Escola de Enfermagem, USP

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I Encontro Paranaense de Saúde Mental Infanto Juvenil

PROPULSÃO-880×400px1Mesa 4: Redução de danos e o desafio de manejo com crianças e adolescentes
27/11 – 09:00 – Auditório Gralha Azul – Bloco Didático I – Setor de Ciências da saúde.

CONVIDADOS:

Cassia Baldini Soares
Professora Associada do Departamento de Enfermagem em Saúde Coletiva da Escola de Enfermagem da Universidade de São Paulo (USP)

Rubens Adorno
Antropólogo e Professor da Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo (USP)

Marcelo Kimati
Secretaria Municipal de Saúde de Curitiba (SMS)– Departamento de Política sobre Drogas

Mediação: Altieres Frei
Diretor do Centro Social Marista Propulsão e doutorando em Saúde Pública pela Universidade de São Paulo (USP)

Lazer, Saúde Coletiva e Consumo de drogas

Originalmente publicado em Licere (Centro de Estudos de Lazer e Recreação. Online), v. 18, p. 305-328, 2015.https://seer.lcc.ufmg.br/index.php/licere/article/view/1053/762

Heitor Martins Pasquim¹,  Cássia Baldini Soares²

O objeto desta reflexão é a potencialidade pedagógica do lazer no contexto do cuidado voltado a consumidores de substâncias psicoativas. Neste ensaio se objetiva retomar a perspectiva crítica do lazer e a perspectiva da saúde coletiva como potentes para explicar e intervir na problemática do consumo de drogas na atualidade. Toma-se o lazer a partir do modo de produção capitalista e o consumo de drogas a partir do modelo teórico da determinação social da saúde. Por fim, propõe-se uma prática conscientemente classista do lazer como alternativa ao lazer viciado.

Palavras-chave: Atividades de Lazer. Saúde Pública. Usuários de Drogas.

1- Doutorando em Cuidados em Saúde na Universidade de São Paulo.
2-  Professora Livre-Docente da Universidade de São Paulo, Escola de Enfermagem

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