Jovens droga-adictos também praticam esporte e cuidam da própria saúde

Notícia originalmente publicada no Jornal da USP em 15/12/2017

PASQUIM, H.M. ; SOARES, C. B. . Jovens droga-adictos também praticam esporte e cuidam da própria saúde. Jornal da USP, Universidade de São Paulo, p. 1 – 1, 15 dez. 2017.


Heitor Pasquim é professor da Escola de Educação Física e Esporte da USP
Cassia Soares é professora da Escola de Enfermagem da USP


Existe uma série de falsas concepções que cercam o consumo de drogas, entre elas, a oposição entre o uso de drogas e a prática de atividade física e esportiva. Essas concepções estão de maneira muito disseminada na base de ações, programas e políticas preventivistas, que buscam implícita ou declaradamente substituir drogas por esporte. Um exemplo disso é a corrida Droga Mata & Esporte Salva, realizada na cidade de São Paulo há mais de dez anos. (mais…)


Vídeo que serve de base para uma experiência de jogo educativo, coerente com a perspectiva da saúde coletiva (Soares, 2007), que pretende provocar a crítica social sobre a questão das drogas.


JOGO “CIDADE DORME”: REPRESENTAÇÕES COTIDIANAS SOBRE DROGA

Jogo “Cidade Dorme” – representações cotidianas sobre drogas

Vídeo que serve de base para uma experiência de jogo educativo, coerente com a perspectiva da saúde coletiva (Soares, 2007), que pretende provocar a crítica social sobre a questão das drogas. JOGO “CIDADE DORME”: REPRESENTAÇÕES COTIDIANAS SOBRE DROGA


Este audiovisual é produto da dissertação do Programa de Mestrado Profissional em Enfermagem na Atenção Básica em Saúde no SUS, de autoria de Miriam de Toledo Leitão Figueiró, sob orientação da Profa. Dra. Celia Maria Sivalli Campos. O audiovisual pedagógico tem como tema a Visita Domiciliar (VD) emancipatória. A VD, instrumento do trabalho em saúde, tem potencialidade para captação de necessidades em saúde dos grupos sociais, portanto, no âmbito do coletivo. O grupo social escolhido foi o das famílias com instabilidade nas condições de trabalho e de vida. O processo de produção do audiovisual foi coletivo e pautou-se na abordagem emancipatória, que pressupõe a participação dos sujeitos envolvidos no processo educativo, na busca de respostas aos problemas por eles identificados. Este processo ancorou-se nos conceitos de educação emancipatória, determinação social do processo saúde-doença, necessidades sociais em saúde e processo de trabalho em saúde.


ESTUDO DIRIGIDO QUE ACOMPANHA O AUDIOVISUAL SOBRE A VISITA DOMICILIAR NA ATENÇÃO BÁSICA, COMO PRÁTICA EMANCIPATÓRIA: QUE ÓCULOS VOCÊ USA?

 

Visita domiciliar na Atenção Básica como prática emancipatória: que óculos você usa?

Este audiovisual é produto da dissertação do Programa de Mestrado Profissional em Enfermagem na Atenção Básica em Saúde no SUS, de autoria de Miriam de Toledo Leitão Figueiró, sob orientação da Profa. Dra. Celia Maria Sivalli Campos. O audiovisual pedagógico tem como tema a Visita Domiciliar (VD) emancipatória. A VD, instrumento do trabalho em saúde, […]

I Encontro Paranaense de Saúde Mental Infanto Juvenil

PROPULSÃO-880×400px1Mesa 4: Redução de danos e o desafio de manejo com crianças e adolescentes
27/11 – 09:00 – Auditório Gralha Azul – Bloco Didático I – Setor de Ciências da saúde.

CONVIDADOS:

Cassia Baldini Soares
Professora Associada do Departamento de Enfermagem em Saúde Coletiva da Escola de Enfermagem da Universidade de São Paulo (USP)

Rubens Adorno
Antropólogo e Professor da Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo (USP)

Marcelo Kimati
Secretaria Municipal de Saúde de Curitiba (SMS)– Departamento de Política sobre Drogas

Mediação: Altieres Frei
Diretor do Centro Social Marista Propulsão e doutorando em Saúde Pública pela Universidade de São Paulo (USP)