Jovens droga-adictos também praticam esporte e cuidam da própria saúde

Notícia originalmente publicada no Jornal da USP em 15/12/2017

PASQUIM, H.M. ; SOARES, C. B. . Jovens droga-adictos também praticam esporte e cuidam da própria saúde. Jornal da USP, Universidade de São Paulo, p. 1 – 1, 15 dez. 2017.


Heitor Pasquim é professor da Escola de Educação Física e Esporte da USP
Cassia Soares é professora da Escola de Enfermagem da USP


Existe uma série de falsas concepções que cercam o consumo de drogas, entre elas, a oposição entre o uso de drogas e a prática de atividade física e esportiva. Essas concepções estão de maneira muito disseminada na base de ações, programas e políticas preventivistas, que buscam implícita ou declaradamente substituir drogas por esporte. Um exemplo disso é a corrida Droga Mata & Esporte Salva, realizada na cidade de São Paulo há mais de dez anos. (mais…)

Pesquisa-ação: oficinas emancipatórias como instrumento para coleta de dados e apreensão das representações cotidianas

Originalmente publicado em Sociologia em rede.2015, vol.05, n.05, pp. 03-11.
http://redelp.net/revistas/index.php/rsr/article/view/2soares5

Elda de Oliveira¹, Geisa Colebrusco Souza², Cassia Baldini Soares³

Resumo

Esse estudo analisou as representações cotidianas de escolares sobre os “rolezinhos”. Adotou-se a pesquisa-ação emancipatória (PAE), com jovens entre 15 e 17 anos. Ao final da PAE, houve diferença entre as representações sobre os “rolezinhos”, nem todos conceberam a ideologia midiatizada como verdade ao ampliarem a discussão do fenômeno relacionando-o com as relações de classes sociais. A PAE, embora técnica de coleta grupal, mostrou-se pertinente para apreender as representações cotidianas.

Palavras-chave:

pesquisa-ação, representações cotidianas, “rolezinho”, midiatização

 

Políticas públicas estatais de saúde na área de drogas: o caso do Programa De Braços Abertos (PDBA)

Originalmente publicado em Sociologia em rede.2015, vol.05, n.05, pp. 119-142. http://redelp.net/revistas/index.php/rsr/article/view/8cavalcanti5

Beatriz Cavalcanti¹, Luciana Cordeiro², Cássia Soares³

Resumo

O presente artigo objetiva descrever e analisar as práticas de redução de danos do Programa de Braços Abertos da prefeitura de São Paulo, sob a perspectiva da saúde coletiva, frente ao atual cenário político e econômico das políticas públicas estatais. Para coleta de dados realizada durante a experiência de estágio profissionalizante no programa, utilizou-se a técnica de observação participante.

Palavras-chave: Políticas públicas; Redução de danos; Estado
1- Especialista em Saúde Coletiva e Atenção Primária/USP;
2- Terapeuta Ocupacional e Doutoranda em Cuidado em Saúde da Escola de Enfermagem da USP
3- Professora Livre-docente no Departamento de Saúde Coletiva da Escola de Enfermagem da USP

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Processo de trabalho na Atenção Primária em Saúde: pesquisa-ação com Agentes Comunitários de Saúde

Originalmente publicado em Ciênc. saúde coletiva [online]. 2015, vol.20, n.11, pp. 3581-3588. ISSN 1678-4561.http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttextpid=S1413-81232015001103581&lng=pt&nrm=iso&tlng=pt

Luciana Cordeiro¹, Cassia Baldini Soares²

O objetivo deste artigo é descrever e analisar o trabalho de agentes comunitários de saúde (ACS), voltado para o desenvolvimento de práticas de atenção primária em saúde, relativas ao consumo prejudicial de drogas. O estudo partiu do referencial marxista e da metodologia da pesquisa-ação, o que conduziu à realização de 15 oficinas emancipatórias. O material foi analisado a partir da categoria processo de trabalho. Este revelou o abandono social do território, meio em que o trabalho dos ACS se processa, o que foi fundamental para o reconhecimento das causas dos problemas relacionados às drogas. Tais revelações permitiram formular críticas às ações reiterativas e desgastantes que se desenvolvem, o que contribuiu para o processo de desalienação e formulação de formas de atuação políticas. Os ACS se encorajaram a reconhecer o objeto do processo de trabalho na atenção primária em saúde, que foi identificado como sendo a doença (ou dependência, no caso do consumidor de drogas) e explicitaram críticas a esse recorte; discutiram a divisão social do trabalho e o trabalho em si e se reconheceram como meros instrumentos do processo de trabalho, passando a desejar ser sujeitos, isto é, a ser coprodutores das transformações das necessidades sociais.

Palavras-chave : Atenção primária à saúde; Agentes comunitários de saúde; Programa de saúde da família; Trabalho; Pesquisa-ação.

1. Programa de Pós-Graduação de Enfermagem,Escola de Enfermagem, USP.
2.Departamento de Enfermagem em Saúde Coletiva, Escola de Enfermagem, USP

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I Encontro Paranaense de Saúde Mental Infanto Juvenil

PROPULSÃO-880×400px1Mesa 4: Redução de danos e o desafio de manejo com crianças e adolescentes
27/11 – 09:00 – Auditório Gralha Azul – Bloco Didático I – Setor de Ciências da saúde.

CONVIDADOS:

Cassia Baldini Soares
Professora Associada do Departamento de Enfermagem em Saúde Coletiva da Escola de Enfermagem da Universidade de São Paulo (USP)

Rubens Adorno
Antropólogo e Professor da Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo (USP)

Marcelo Kimati
Secretaria Municipal de Saúde de Curitiba (SMS)– Departamento de Política sobre Drogas

Mediação: Altieres Frei
Diretor do Centro Social Marista Propulsão e doutorando em Saúde Pública pela Universidade de São Paulo (USP)

Seminário na FSP USP: “Perspectivas para além do proibicionismo: drogas e sociedades contemporâneas”
Local: Auditório João Yunes da Faculdade de Saúde Pública- USP
Data: 29/05/2015

Abertura
Prof. Dr. Rubens Adorno – Faculdade de Saúde Pública /USP
Profa. Dra. Cássia Baldini – Dpto de Saúde Coletiva da Escola de Enfermagem/ USP

Seminário na FSP USP: “Perspectivas para além do proibicionismo: drogas e sociedades contemporâneas”

Seminário na FSP USP: “Perspectivas para além do proibicionismo: drogas e sociedades contemporâneas” Local: Auditório João Yunes da Faculdade de Saúde Pública- USP Data: 29/05/2015 Abertura Prof. Dr. Rubens Adorno – Faculdade de Saúde Pública /USP Profa. Dra. Cássia Baldini – Dpto de Saúde Coletiva da Escola de Enfermagem/ USP