Lançamento do livro “Trabalho e Saúde no Capitalismo Contemporâneo – Enfermagem em Foco”

Este trabalho é resultado do encontro entre diferentes campos do conhecimento na abordagem da problemática do trabalho no capitalismo contemporâneo, com particular foco na enfermagem. Trata-se de um esforço coletivo entre a economia, a sociologia, a saúde coletiva e a própria enfermagem para compreender a lógica do trabalho na sociedade capitalista contemporânea, com o objetivo de subsidiar estudantes, pesquisadores e profissionais que tem em seu cotidiano a primazia do trabalho e dos serviços de saúde. Composto por quatro capítulos diferenciados, o livro apresenta um eixo comum referente à perspectiva de classe crítica acerca da realidade do trabalho em saúde e dos serviços em geral.

http://doccontent.commercesuite.com.br/trabalho-e-saude-no-capitalismo-contemporaneo/


Este audiovisual é produto da dissertação do Programa de Mestrado Profissional em Enfermagem na Atenção Básica em Saúde no SUS, de autoria de Miriam de Toledo Leitão Figueiró, sob orientação da Profa. Dra. Celia Maria Sivalli Campos. O audiovisual pedagógico tem como tema a Visita Domiciliar (VD) emancipatória. A VD, instrumento do trabalho em saúde, tem potencialidade para captação de necessidades em saúde dos grupos sociais, portanto, no âmbito do coletivo. O grupo social escolhido foi o das famílias com instabilidade nas condições de trabalho e de vida. O processo de produção do audiovisual foi coletivo e pautou-se na abordagem emancipatória, que pressupõe a participação dos sujeitos envolvidos no processo educativo, na busca de respostas aos problemas por eles identificados. Este processo ancorou-se nos conceitos de educação emancipatória, determinação social do processo saúde-doença, necessidades sociais em saúde e processo de trabalho em saúde.


ESTUDO DIRIGIDO QUE ACOMPANHA O AUDIOVISUAL SOBRE A VISITA DOMICILIAR NA ATENÇÃO BÁSICA, COMO PRÁTICA EMANCIPATÓRIA: QUE ÓCULOS VOCÊ USA?

 

Visita domiciliar na Atenção Básica como prática emancipatória: que óculos você usa?

Este audiovisual é produto da dissertação do Programa de Mestrado Profissional em Enfermagem na Atenção Básica em Saúde no SUS, de autoria de Miriam de Toledo Leitão Figueiró, sob orientação da Profa. Dra. Celia Maria Sivalli Campos. O audiovisual pedagógico tem como tema a Visita Domiciliar (VD) emancipatória. A VD, instrumento do trabalho em saúde, […]

Mudanças no capitalismo contemporâneo e seu impacto sobre as políticas estatais: o SUS em debate

Originalmente publicado em
Saúde soc. vol.24  supl.1 São Paulo abr./jun. 2015 Epub Abr-2015
http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0104-12902015000500082&lng=pt&nrm=iso&tlng=pt&ORIGINALLANG=pt

Celia Maria Sivalli Campos 1  , Nildo Viana 2  , Cassia Baldini Soares3
1Universidade de São Paulo. Escola de Enfermagem. Departamento de Enfermagem em Saúde Coletiva. E-mail:celiasiv@usp.br
2Universidade Federal de Goiás. Faculdade de Ciências Sociais. Email:nildoviana@ufg.br
3Universidade de São Paulo. Escola de Enfermagem. Departamento de Enfermagem em Saúde Coletiva.E-mail:cassiaso@usp.br

RESUMO

O objeto deste ensaio é o Sistema Único de Saúde (SUS) compreendido como política estatal de saúde que atravessou, logo nos seus nascedouros, o forte desmonte neoliberal. O texto está dividido em duas partes: na primeira é apresentada a discussão sobre os conceitos de crise, regime de acumulação e análise da situação atual desse regime. Também são sintetizadas as principais características das mudanças mais recentes, mostrando as dificuldades crescentes na acumulação de capital e a tentativa de solução no âmbito das políticas neoliberais, bem como a ressonância desse processo no Brasil. Na segunda parte, partindo-se do pressuposto de que as políticas estatais de saúde são formuladas para sustentar e viabilizar o processo de produção em saúde, é apresentado o conceito de políticas estatais. Em seguida, a discussão centra-se nos impactos da crise sobre as políticas de saúde. Salienta-se que os princípios fundamentais do SUS de universalidade e igualdade foram os mais atingidos pelas políticas neoliberais e se discute algumas repercussões na atenção básica. Chama-se atenção também para o fato de as instituições governamentais engendrarem ações de natureza moral, não essenciais, que funcionam como mecanismos de mascaramento dos processos de privatização da saúde. Esboçam-se também alguns dos desafios postos aos que opõem resistência ao desmantelamento do SUS.

Palavras-Chave: Neoliberalismo; Políticas Públicas de Saúde; SUS; Regime de Acumulação; Capitalismo; Brasil

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