Jovens droga-adictos também praticam esporte e cuidam da própria saúde

Notícia originalmente publicada no Jornal da USP em 15/12/2017

PASQUIM, H.M. ; SOARES, C. B. . Jovens droga-adictos também praticam esporte e cuidam da própria saúde. Jornal da USP, Universidade de São Paulo, p. 1 – 1, 15 dez. 2017.


Heitor Pasquim é professor da Escola de Educação Física e Esporte da USP
Cassia Soares é professora da Escola de Enfermagem da USP


Existe uma série de falsas concepções que cercam o consumo de drogas, entre elas, a oposição entre o uso de drogas e a prática de atividade física e esportiva. Essas concepções estão de maneira muito disseminada na base de ações, programas e políticas preventivistas, que buscam implícita ou declaradamente substituir drogas por esporte. Um exemplo disso é a corrida Droga Mata & Esporte Salva, realizada na cidade de São Paulo há mais de dez anos. (mais…)

Caderno de educação para ampliar a crítica sobre o consumo de drogas: como trabalhar com jovens


Material educativo elaborado para trabalhadores da saúde, educação, serviço social e que têm interesse em trabalhar com o tema consumo prejudicial de drogas. Tem como objetivo apoiar os trabalhadores no desenvolvimento de atividades educativas direcionadas aos jovens. Tendo como finalidade fortalecer grupos juvenis na busca por compreensão das realidades que cercam o consumo prejudicial de drogas, bem como na luta pela transformação das condições que determinam essas realidades.

Coordenação: Iara Ribeiro Paixão.

Pesquisa-ação emancipatória com jovens escolares: relato de experiência

Pesquisa-ação emancipatória com jovens escolares: relato de experiência
Originalmente publicado em Rev Gaúcha Enferm. 2016 set;37(3):e62059.
RESUMO
Objetivo: Relatar a experiência de utilização da pesquisa-ação emancipatória de modo a expor suas potencialidades para problematizar a realidade dos jovens participantes. A finalidade da pesquisa-ação foi a de construir programação midiática de educação sobre drogas.
Método: Relato de experiência de desenvolvimento de pesquisa-ação emancipatória, com 13 jovens de uma escola estadual de São Paulo – SP, no período de fevereiro a setembro de 2014. Foram 13 oficinas demarcadas por cinco fases: exploratória; concretização do tema; instrumentalização teórica e prática; expressão dos novos conhecimentos; elaboração e validação de roteiros.
Resultados: Evidenciou-se que a problematização, inerente ao método da pesquisa-ação, permitiu que os jovens tomassem o processo de discussão como direito importante para refletir criticamente sobre a relação entre capitalismo e consumo de drogas.
Conclusões: A pesquisa permitiu o processo educativo emancipatório e a construção de roteiros de programação midiática de educação sobre drogas, baseados no modo de vida de jovens da periferia.
Palavras-chave: Educação em saúde. Adolescente. Drogas ilícitas. Comunicação em saúde.