3º Simpósio Internacional de Políticas e Práticas em Saúde Coletiva na Perspectiva da Enfermagem

3º Simpósio Internacional de Políticas e Práticas em Saúde Coletiva na Perspectiva da Enfermagem (SINPESC)
Período: 06 de março, das 08 às 13 horas, e 07 de março de 2017, das 08 às 17 horas.

Com participação de Cassia Baldini Soares na mesa redonda: Contribuições da Enfermagem ao Campo da Saúde Coletiva e Perspectivas

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Seminário internacional O cuidado de Enfermagem à família na Atenção Primária à saúde

Sistematização e implementação de práticas, em resposta a necessidades em saúde.
Período de realização: 19 a 23 de fevereiro de 2018 na Escola de Enfermagem da USP/São Paulo

http://www.ee.usp.br/site/index.php/eventos/mostrar/3099/103

Cassia Baldini Soares será coordenadora do Workshop “Pesquisa Ação emancipatória como metodologia de implementação em respostas a necessidades em saúde”, realizado no dia 20/02/2018 e palestrante sobre o tema “Para fazer a síntese: das necessidades em saúde às práticas na APS voltadas à família”, no dia 23/02/18. (mais…)

Jovens droga-adictos também praticam esporte e cuidam da própria saúde

Notícia originalmente publicada no Jornal da USP em 15/12/2017

PASQUIM, H.M. ; SOARES, C. B. . Jovens droga-adictos também praticam esporte e cuidam da própria saúde. Jornal da USP, Universidade de São Paulo, p. 1 – 1, 15 dez. 2017.


Heitor Pasquim é professor da Escola de Educação Física e Esporte da USP
Cassia Soares é professora da Escola de Enfermagem da USP


Existe uma série de falsas concepções que cercam o consumo de drogas, entre elas, a oposição entre o uso de drogas e a prática de atividade física e esportiva. Essas concepções estão de maneira muito disseminada na base de ações, programas e políticas preventivistas, que buscam implícita ou declaradamente substituir drogas por esporte. Um exemplo disso é a corrida Droga Mata & Esporte Salva, realizada na cidade de São Paulo há mais de dez anos. (mais…)

Caderno de educação para ampliar a crítica sobre o consumo de drogas: como trabalhar com jovens


Material educativo elaborado para trabalhadores da saúde, educação, serviço social e que têm interesse em trabalhar com o tema consumo prejudicial de drogas. Tem como objetivo apoiar os trabalhadores no desenvolvimento de atividades educativas direcionadas aos jovens. Tendo como finalidade fortalecer grupos juvenis na busca por compreensão das realidades que cercam o consumo prejudicial de drogas, bem como na luta pela transformação das condições que determinam essas realidades.

Coordenação: Iara Ribeiro Paixão.

Lançamento do livro “Trabalho e Saúde no Capitalismo Contemporâneo – Enfermagem em Foco”

Este trabalho é resultado do encontro entre diferentes campos do conhecimento na abordagem da problemática do trabalho no capitalismo contemporâneo, com particular foco na enfermagem. Trata-se de um esforço coletivo entre a economia, a sociologia, a saúde coletiva e a própria enfermagem para compreender a lógica do trabalho na sociedade capitalista contemporânea, com o objetivo de subsidiar estudantes, pesquisadores e profissionais que tem em seu cotidiano a primazia do trabalho e dos serviços de saúde. Composto por quatro capítulos diferenciados, o livro apresenta um eixo comum referente à perspectiva de classe crítica acerca da realidade do trabalho em saúde e dos serviços em geral.

http://doccontent.commercesuite.com.br/trabalho-e-saude-no-capitalismo-contemporaneo/

7º episódio da Websérie Crack – Repensar “O mercado das drogas na lógica da sociedade de consumo”

7º episódio da Websérie Crack – Repensar, com a Professora Cássia Soares, Livre-Docente da Escola de Enfermagem da USP, produzida a partir de imagens captadas para o documentário curta-metragem Crack – Repensar, produzido pela Doctela e distribuído pela VideoSaúde Distribuidora da Fiocruz.

Facebook: http://www.facebook.com/crackrepensar/

“Você tem disponível a mercadoria droga para as várias classes sociais, porque o sistema de produção, distribuição e consumo se vale de toda essa lógica. Você pode comprar crack baratinho na Crackolândia e resolver uma dor que está te atormentando dia e noite, instantaneamente. Assim como, você pode comprar um vinho no supermercado depois de uma reunião e dizer assim: ‘agora é meu momento de relaxamento.'” – Cássia Soares


Vídeo que serve de base para uma experiência de jogo educativo, coerente com a perspectiva da saúde coletiva (Soares, 2007), que pretende provocar a crítica social sobre a questão das drogas.


JOGO “CIDADE DORME”: REPRESENTAÇÕES COTIDIANAS SOBRE DROGA

Jogo “Cidade Dorme” – representações cotidianas sobre drogas

Vídeo que serve de base para uma experiência de jogo educativo, coerente com a perspectiva da saúde coletiva (Soares, 2007), que pretende provocar a crítica social sobre a questão das drogas. JOGO “CIDADE DORME”: REPRESENTAÇÕES COTIDIANAS SOBRE DROGA

Pesquisa-ação emancipatória com jovens escolares: relato de experiência

Pesquisa-ação emancipatória com jovens escolares: relato de experiência
Originalmente publicado em Rev Gaúcha Enferm. 2016 set;37(3):e62059.
RESUMO
Objetivo: Relatar a experiência de utilização da pesquisa-ação emancipatória de modo a expor suas potencialidades para problematizar a realidade dos jovens participantes. A finalidade da pesquisa-ação foi a de construir programação midiática de educação sobre drogas.
Método: Relato de experiência de desenvolvimento de pesquisa-ação emancipatória, com 13 jovens de uma escola estadual de São Paulo – SP, no período de fevereiro a setembro de 2014. Foram 13 oficinas demarcadas por cinco fases: exploratória; concretização do tema; instrumentalização teórica e prática; expressão dos novos conhecimentos; elaboração e validação de roteiros.
Resultados: Evidenciou-se que a problematização, inerente ao método da pesquisa-ação, permitiu que os jovens tomassem o processo de discussão como direito importante para refletir criticamente sobre a relação entre capitalismo e consumo de drogas.
Conclusões: A pesquisa permitiu o processo educativo emancipatório e a construção de roteiros de programação midiática de educação sobre drogas, baseados no modo de vida de jovens da periferia.
Palavras-chave: Educação em saúde. Adolescente. Drogas ilícitas. Comunicação em saúde.


Este audiovisual é produto da dissertação do Programa de Mestrado Profissional em Enfermagem na Atenção Básica em Saúde no SUS, de autoria de Miriam de Toledo Leitão Figueiró, sob orientação da Profa. Dra. Celia Maria Sivalli Campos. O audiovisual pedagógico tem como tema a Visita Domiciliar (VD) emancipatória. A VD, instrumento do trabalho em saúde, tem potencialidade para captação de necessidades em saúde dos grupos sociais, portanto, no âmbito do coletivo. O grupo social escolhido foi o das famílias com instabilidade nas condições de trabalho e de vida. O processo de produção do audiovisual foi coletivo e pautou-se na abordagem emancipatória, que pressupõe a participação dos sujeitos envolvidos no processo educativo, na busca de respostas aos problemas por eles identificados. Este processo ancorou-se nos conceitos de educação emancipatória, determinação social do processo saúde-doença, necessidades sociais em saúde e processo de trabalho em saúde.


ESTUDO DIRIGIDO QUE ACOMPANHA O AUDIOVISUAL SOBRE A VISITA DOMICILIAR NA ATENÇÃO BÁSICA, COMO PRÁTICA EMANCIPATÓRIA: QUE ÓCULOS VOCÊ USA?

 

Visita domiciliar na Atenção Básica como prática emancipatória: que óculos você usa?

Este audiovisual é produto da dissertação do Programa de Mestrado Profissional em Enfermagem na Atenção Básica em Saúde no SUS, de autoria de Miriam de Toledo Leitão Figueiró, sob orientação da Profa. Dra. Celia Maria Sivalli Campos. O audiovisual pedagógico tem como tema a Visita Domiciliar (VD) emancipatória. A VD, instrumento do trabalho em saúde, […]

Drug education games for youth

Drug Education Games for Youth
Heitor Martins Pasquim, Master of Science; Cassia Baldini Soares, PhD;
& Ricardo Santoro, Bachelor in Psychology

Publicado originalmente em Social Medicine (www.socialmedicine.info) Volume 10, Number 2, August, 2016

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Entre nós: Defensoria Pública, Direitos Humanos e Rede de Atenção e Cuidados em Saúde Mental

Evento: Entre Nós: Defensoria Pública, Direitos Humanos e a Rede de Atenção e Cuidados em Saúde Mental
Data: 11, 23 e 31 de maio de 2016 – das 8h00 às 12h00
Local:Universidade Guarulhos – Prédio F
Praça Tereza Cristina, 88, Centro – Guarulhos/SP
Público-alvo: Evento aberto ao Público


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Pesquisa-ação: oficinas emancipatórias como instrumento para coleta de dados e apreensão das representações cotidianas

Originalmente publicado em Sociologia em rede.2015, vol.05, n.05, pp. 03-11.
http://redelp.net/revistas/index.php/rsr/article/view/2soares5

Elda de Oliveira¹, Geisa Colebrusco Souza², Cassia Baldini Soares³

Resumo

Esse estudo analisou as representações cotidianas de escolares sobre os “rolezinhos”. Adotou-se a pesquisa-ação emancipatória (PAE), com jovens entre 15 e 17 anos. Ao final da PAE, houve diferença entre as representações sobre os “rolezinhos”, nem todos conceberam a ideologia midiatizada como verdade ao ampliarem a discussão do fenômeno relacionando-o com as relações de classes sociais. A PAE, embora técnica de coleta grupal, mostrou-se pertinente para apreender as representações cotidianas.

Palavras-chave:

pesquisa-ação, representações cotidianas, “rolezinho”, midiatização

 

Políticas públicas estatais de saúde na área de drogas: o caso do Programa De Braços Abertos (PDBA)

Originalmente publicado em Sociologia em rede.2015, vol.05, n.05, pp. 119-142. http://redelp.net/revistas/index.php/rsr/article/view/8cavalcanti5

Beatriz Cavalcanti¹, Luciana Cordeiro², Cássia Soares³

Resumo

O presente artigo objetiva descrever e analisar as práticas de redução de danos do Programa de Braços Abertos da prefeitura de São Paulo, sob a perspectiva da saúde coletiva, frente ao atual cenário político e econômico das políticas públicas estatais. Para coleta de dados realizada durante a experiência de estágio profissionalizante no programa, utilizou-se a técnica de observação participante.

Palavras-chave: Políticas públicas; Redução de danos; Estado
1- Especialista em Saúde Coletiva e Atenção Primária/USP;
2- Terapeuta Ocupacional e Doutoranda em Cuidado em Saúde da Escola de Enfermagem da USP
3- Professora Livre-docente no Departamento de Saúde Coletiva da Escola de Enfermagem da USP

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Processo de trabalho na Atenção Primária em Saúde: pesquisa-ação com Agentes Comunitários de Saúde

Originalmente publicado em Ciênc. saúde coletiva [online]. 2015, vol.20, n.11, pp. 3581-3588. ISSN 1678-4561.http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttextpid=S1413-81232015001103581&lng=pt&nrm=iso&tlng=pt

Luciana Cordeiro¹, Cassia Baldini Soares²

O objetivo deste artigo é descrever e analisar o trabalho de agentes comunitários de saúde (ACS), voltado para o desenvolvimento de práticas de atenção primária em saúde, relativas ao consumo prejudicial de drogas. O estudo partiu do referencial marxista e da metodologia da pesquisa-ação, o que conduziu à realização de 15 oficinas emancipatórias. O material foi analisado a partir da categoria processo de trabalho. Este revelou o abandono social do território, meio em que o trabalho dos ACS se processa, o que foi fundamental para o reconhecimento das causas dos problemas relacionados às drogas. Tais revelações permitiram formular críticas às ações reiterativas e desgastantes que se desenvolvem, o que contribuiu para o processo de desalienação e formulação de formas de atuação políticas. Os ACS se encorajaram a reconhecer o objeto do processo de trabalho na atenção primária em saúde, que foi identificado como sendo a doença (ou dependência, no caso do consumidor de drogas) e explicitaram críticas a esse recorte; discutiram a divisão social do trabalho e o trabalho em si e se reconheceram como meros instrumentos do processo de trabalho, passando a desejar ser sujeitos, isto é, a ser coprodutores das transformações das necessidades sociais.

Palavras-chave : Atenção primária à saúde; Agentes comunitários de saúde; Programa de saúde da família; Trabalho; Pesquisa-ação.

1. Programa de Pós-Graduação de Enfermagem,Escola de Enfermagem, USP.
2.Departamento de Enfermagem em Saúde Coletiva, Escola de Enfermagem, USP

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I Encontro Paranaense de Saúde Mental Infanto Juvenil

PROPULSÃO-880×400px1Mesa 4: Redução de danos e o desafio de manejo com crianças e adolescentes
27/11 – 09:00 – Auditório Gralha Azul – Bloco Didático I – Setor de Ciências da saúde.

CONVIDADOS:

Cassia Baldini Soares
Professora Associada do Departamento de Enfermagem em Saúde Coletiva da Escola de Enfermagem da Universidade de São Paulo (USP)

Rubens Adorno
Antropólogo e Professor da Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo (USP)

Marcelo Kimati
Secretaria Municipal de Saúde de Curitiba (SMS)– Departamento de Política sobre Drogas

Mediação: Altieres Frei
Diretor do Centro Social Marista Propulsão e doutorando em Saúde Pública pela Universidade de São Paulo (USP)

Lazer, Saúde Coletiva e Consumo de drogas

Originalmente publicado em Licere (Centro de Estudos de Lazer e Recreação. Online), v. 18, p. 305-328, 2015.https://seer.lcc.ufmg.br/index.php/licere/article/view/1053/762

Heitor Martins Pasquim¹,  Cássia Baldini Soares²

O objeto desta reflexão é a potencialidade pedagógica do lazer no contexto do cuidado voltado a consumidores de substâncias psicoativas. Neste ensaio se objetiva retomar a perspectiva crítica do lazer e a perspectiva da saúde coletiva como potentes para explicar e intervir na problemática do consumo de drogas na atualidade. Toma-se o lazer a partir do modo de produção capitalista e o consumo de drogas a partir do modelo teórico da determinação social da saúde. Por fim, propõe-se uma prática conscientemente classista do lazer como alternativa ao lazer viciado.

Palavras-chave: Atividades de Lazer. Saúde Pública. Usuários de Drogas.

1- Doutorando em Cuidados em Saúde na Universidade de São Paulo.
2-  Professora Livre-Docente da Universidade de São Paulo, Escola de Enfermagem

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